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Espaço criado por artistas na 116 Norte abrigará shows, exposições e feiras.

Artista cria espaço para eventos culturais na Asa Norte.

Artista cria espaço para eventos culturais na Asa Norte.

Um cantinho no fim da Asa Norte ganhou vocação para pracinha da cultura nos últimos dois meses. Há anos, Marcelo Melo, proprietário do Savana Café, reserva algumas paredes do restaurante para exposições de artistas da cidade. Em julho, o iluminador Dalton Camargos inaugurou a Alfinete Galeria, no subsolo do prédio ao lado do Savana. Em seguida, foi a vez do LolaLab, brechó vintage que fechou a loja no Conic e encontrou uma sala convidativa ao lado da Alfinete. No próximo sábado, a abertura das exposições Percaminhos, de Carlos Lins, e Quem procura acha, de Luis Jungman Girafa, será um pretexto para o primeiro de uma série de eventos organizados com a intenção de tornar o local, na 116 Norte, um espaço de cultura.

Durante a abertura, haverá performances do grupo SCLRN e do violoncelista Alex Queiroz, além de desfile do LolaLab. “A ideia é que esse lugar seja ocupado por nós como uma praça de encontro de quem está produzindo arte. É a ocupação de um espaço que é público, geralmente tomado por comércio. E a gente quer que a arte estabeleça-se”, explica Camargos. “A gente vai criar o lugar, mas o lugar só vai existir se as pessoas se apropriarem dele.”

A loja do LolaLab será também o salão de beleza Peluqueiro. A parceria do produtor de moda Raoni Vieira com o cabelereiro Felipe Schuman tem como objetivo transformar o lugar em uma loja-conceito, com espaço para produção de moda. “Fizemos um projeto de ocupação naquele beco para trazer questões culturais para o pedaço”, avisa Vieira, cuja loja comercializa roupas usadas e antiguidades, como objetos de design do início do século passado. O SCLRN, integrado pelos artistas plásticos Oziel Araújo e Milton Marques, será o responsável pela trilha sonora do desfile. A produção do grupo conversa mais com as artes visuais do que com a música. Eles fazem intervenções sonoras com equipamentos digitais. Já Alex Queiroz, violoncelista da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Caludio Santoro (OSTNCS, vai orquestrar um diálogo entre a música acústica e a eletrônica em uma apresentação marcada por improvisos.

 

fonte: migre.me/fXEl

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